sábado, 27 de dezembro de 2008

Entretanto...

Já que ia passar mais de um mês sem fazer nada, vim para Lisboa e dia 10 de Novembro tentei começar a tirar a carta.
A escola de condução é mesmo aqui ao lado, e com vontade de acabar isto o mais rápido possível 5 dias depois de me inscrever (o prazo que supostamente demoram as licenças de aprendizagem*) comecei a ir às aulas de código. Ia lá tantas vezes por dia que ao fim de uma semana acho que toda a gente já sabia o meu nome.
Mas a licença nada.. e sem ela não podia ter aulas de condução, e mesmo as aulas de código, podia ir porque os senhores do IMTT** deram conta que a culpa era deles e deixavam ir às aulas de código e assiná-las mesmo sem licença.
Resultado, fui indo mais devagar, mas mesmo assim, uma semana antes de começar o Campus do INOV Contacto já eu tinha as aulas todas feitas, e licença nada, o que significou não poder marcar os exames.
Já a meio do Campus soube que tinha a licença e marquei exame de código para dia 2 de Janeiro...

*Para os mais velhinhos, agora quando se vai tirar a carta tem de se esperar que o IMTT emita uma licença de aprendizagem, essa licença tem um numero que se usa para assinar as aulas de código e condução. E que é o que permite conduzir nas aulas e depois de assinado após exame de condução, permite começar logo a conduzir, sem ter de esperar por guias ou pela carta.
** IMTT ou Instituto da Mobilidade e Transportes Terrestres veio substituir algumas das funções da DGV que foi extinta. E entretanto por causa de uma bronca com a empresa que fazia o sistema informático da DGV e a que ganhou o concurso para fazer o do IMTT perderam-se não sei quantos ficheiros informáticos de cartas de condução o que não veio ajudar nos já habituais atrasos quando as coisas trocam de mãos. Resultado mais de 6 semanas de espera por licenças de aprendizagem e mais de 6 meses de espera por cartas de condução

domingo, 21 de dezembro de 2008

O primeiro anúncio

Depois de um longo (80 min + 4 horas) processo de selecção e muitas estruturas de madeira depois, seguiu-se um mês de espera.
Entretanto o Mestrado seguia com uma rotação no Centro de Genética dos HUC, que felizmente pude concluir.
Mas a 6 de Novembro, 2 mails vieram definitivamente pôr um stand-by no Mestrado:

Um da empresa de selecção a dizer que eu tinha sido considerada "apta", e o final do AICEP:

"Caro Candidato,

Parabéns!

Terminado o seu processo de selecção para o programa Inov Contacto da aicep Portugal Global, temos o prazer de lhe comunicar que foi apurado por reunir as condições exigidas. (...)
O programa terá início com o Curso de Práticas Internacionais (Campus) no dia 15 de Dezembro na região de Lisboa. (...) "

E mais um mês de espera...




(*)Segundo o Programa, a selecção classifica-nos em aptos e não aptos. Depois eles fazem o "matching" entre os aptos e as vagas para estagiários que têm em carteira.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Como tudo começou...

Em Julho resolvi candidatar-me ao INOV Contacto.
Para quem não sabe, o INOV é um programa de estágios internacionais da AICEP (Agência para o Investimento e Comercio Externo Português), que por sua vez faz parte do Ministério da Economia e Inovação.
Depois de muitas alterações de datas finais de candidatura e quando eu já estava mais preocupada com o início do Mestrado em Biologia Celular e Molecular, eis que a 8 de Outubro surge o tão esperado primeiro e-mail:


"Parabéns!

Passou a primeira fase do processo de selecção do programa INOVContacto,
realizado pela AICEP. "

sábado, 6 de dezembro de 2008

O início da incógnita!


Começa mais uma etapa da minha vida fora de Portugal!